Os melhores locais para visitar
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Igreja do Senhor das Barrocas
- património
Largo do Senhor das Barrocas
3800-248, Aveiro
Edificada em 1722, em 1732 foi feita a transladação do crucifixo para o interior da capela. No século XVIII procedeu-se ao revestimento a talha dourada dos retábulos e altares laterais e à colocação da sineta. No século XIX sofreu várias reformas e, já no século XX, foram feitas obras de conservação e valorização. A capela, com características do barroco joanino, integra-se no tipo de capelas poligonais. Apesar da traça erudita, este exemplar revela a participação de mestres regionais. Realce para o revestimento em talha do seu interior e dois óleos da autoria do mestre André Gonçalves.
Monumento Megalitico Menir do Lavajo
- património
Monte Vascão
8970, Monte Vascão
Monumentos megalítico composto por dois menires situados relativamente próximos um do outro. Trata-se de um monólito talhado num bloco de grauvaque, de cor cinzenta escura, com a superfície patinada de castanho. Apresenta um aspeto estelar, com secção elipsoidal e mede um pouco mais de três metros de altura, revelando-se assim o maior exemplo de grauvaque conhecido até hoje em Portugal. Tudo indica que estes menires terão sido edificados na segunda metade do quarto milénio A.C. O local está cercado por uma rede, pelo que apenas é possível visitá-lo pelo exterior.
Mosteiro de Santa Clara-a-Nova
- património
Calçada de Santa Clara
3040-270, Coimbra
A primeira pedra deste edifício foi lançada no dia 3 de julho de 1649, durante o reinado de Dom João IV. O novo Mosteiro foi construído para acolher o Corpo da Rainha Santa e as freiras clarissas do primitivo Convento de Santa Clara, que se encontrava em avançado estado de degradação. A igreja, de nave única, é constituída por um coro e uma capela-mor. No coro baixo encontra-se o túmulo primitivo da Rainha Santa, executado por Mestre Pero em 1330, obra talhada num único bloco calcário. Nas paredes sobressaem azulejos e retábulos dos séculos XVII e XVIII.
Palácio Alverca / Casa do Alentejo
- património
Rua das Portas de Santo Antão, 58
1150-268, Lisboa
Esta casa, restaurada em 1919, dispõe de interiores luxuosos e de um pátio neoárabe com fonte. Trata-se de um bom exemplo de palácio urbano maneirista, caracterizado por uma grande sobriedade e simplicidade, que revela exteriormente a usual divisão social do espaço. No interior, cujo ambiente romântico decorre da decoração revivalista efetuada na segunda década do século 20, surgem painéis de azulejos barrocos inspirados em gravuras. Note-se o contraste entre a linearidade das fachadas e a exuberância interior romântica. É também conhecido como Palácio de São Luis da Pena ou Palácio Pais do Amaral.
Palácio de Estoi
- património
Rua da Barroca, 22
8000, Estoi
O gosto romântico do primeiro proprietário reflete-se no belo enquadramento paisagístico que escolheu para a construção deste palácio, destacando-se os belos jardins que rodeiam o espaço. Apresenta parte das fachadas revestidas a azulejos com decoração diversa e cenas florais. No interior, o destaque vai para a decoração, o mobiliário, a capela, o salão nobre, as salas de visita e de jantar, os dois pavilhões de chá e a casa do presépio. Os jardins em vários planos, desenhados ao gosto tardo-romântico, apresentam escadarias, lagos e estatuária em mármore e cerâmica. Atualmente, funciona aqui uma Pousada de Portugal.
Palácio dos Marqueses de Fronteira
- património
Largo de São Domingos de Benfica, 1
1500-554, Lisboa
O tempo parece ter parado neste belo palácio de traço renascentista, situado no Largo de São Domingos de Benfica. As características decorativas mais relevantes deste palácio são os estuques e os azulejos. Destaque para a Sala das Batalhas que evoca (num estilo que hoje nos faz pensar na banda desenhada) os feitos do Conde da Torre nas duras pelejas da Restauração. O pátio dá acesso à Capela e ao Jardim de Vénus; é aqui que se situa, também, a Casa de Fresco. Em frente encontra-se o Lago Grande que acompanha a Galeria dos Reis.
Ponte Romano-Medieval de Rubiães
- património
Nogueira
4940-686, Lugar da Costa
Ponte construída na segunda metade do século XVIII por legado do Padre João Soares Brandão e inserida num ambiente rural, bucólico e harmonioso, sobre o rio Coura. Trata-se de uma construção granítica de tabuleiro horizontal e rampa na margem esquerda, sobre três arcos de volta perfeita, um maior, junto à margem esquerda e dois de menores dimensões. Distingue-se por apresentar uns orifícios para facilitar o escoamento das águas para o rio. Durante a segunda metade do século XX recebeu obras de restauro que passaram pelo reforço das juntas e pela colocação de asfalto.
Arcas Tumulares Românicas
- património
Avenida Conselheiro José Maria Alpoim
5040-310, Mesão Frio
Trata-se de um conjunto de sete sarcófagos trapezoidais datados do final da Idade Média, colocados no adro da Igreja Matriz de Mesão Frio. Cada um deles é constituído por arcaz e tampa, dois dos quais descobertos, com a tampa ao lado, possuindo cavidade sepulcral de contornos antropomórficos. Cinco deles apresentam tampa de secção poligonal com seis planos e os outros dois possuem tampa de tipo diferente, de secção pentagonal com volume em duas águas. Três dos sarcófagos apresentam arcaz liso e tampa decorada, destacando-se outros dois pela decoração que preenche também as faces dos arcazes.
Capela das Almas / Capela de Santa Catarina
- património
Rua de Santa Catarina, 426-428
4000-124, Porto
De uma grande simplicidade arquitetónica, a Capela das Almas data de princípios do século XVIII, tendo sido restaurada e ampliada em 1801. Em 1929, as suas fachadas exteriores foram revestidas com azulejos, da autoria de Eduardo Leite, representando a vida de São Francisco de Assis e de Santa Catarina. As paredes exteriores encontram-se revestidas a azulejos, de 1929, da autoria de Eduardo Leite. A fachada principal apresenta um vitral do pintor Amândio Silva. No interior salientam-se o painel pintado por Joaquim Rafael, representando a ascensão do Senhor, e a imagem de Nossa Senhora das Almas.
Capela de Nossa Senhora das Neves
- património
Rua da Portela
5460-418, Vila Pequena
A capela de Vila Pequena, dedicada a Nossa Senhora das Neves, é um edifício em granito, de planta rectangular orientada Nordeste / Sudoeste. A fachada frontal tem um portal rectangular, com moldura, ladeado por duas frestas horizontais de formato rectangular, sobrepujado por um óculo. A empena está rematada por uma cruz sobre acrotério, e os cunhais são encimados por pináculos triangulares com esfera. No interior destaca-se o altar-mor em talha dourada e policromada que alberga imaginária religiosa. É nesta capela que se celebra, entre outras, a missa da Festa em Honra de N. Sra. das Neves.