Os melhores locais para visitar
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Forno do Povo de Curros
- património
Rua Principal
5460-400, Curros
O Forno do Povo de Curros é uma construção rural vernacular. No interior do edifício tem o tendal e uma plataforma maciça, em granito, que serve de suporte ao forno em granito com juntas em barro, onde a população local continua a cozer o pão tradicional. Este equipamento desempenhava, em tempos idos, um importante papel na sociabilidade aldeã, o chamado “café do povo”, era onde se reuniam durante os serões, era também o albergue dos pobres, mendigos e peregrinos, de passagem pela aldeia, que aí pernoitavam.
Igreja Paroquial da Pampilhosa da Serra / Igreja de Nossa Senhora do Pranto
- património
Lugar da Igreja
3320, Pampilhosa da Serra
Igreja datada da segunda metade do século XVI. Arquitetura religiosa, de feição regional. Igreja paroquial de nave ampla e frontaria de 3 folhas, obedecendo a um esquema arquitetónico corrente na região nos séculos 18 e 19. Destaque para o retábulo colateral quinhentista em pedra de Ançã policromada, talvez original de uma oficina de Coimbra seguidora de João de Ruão, para os retábulos neogóticos de talha recortada e para uma escultura do final do século 18 em madeira policromada (Senhora do Rosário).
Igreja da Misericórdia de Penafiel
- património
Largo da Misericórdia
4560, Penafiel
Igreja cuja fachada principal é toda em cantaria. No tímpano possui pináculos que coroam as pilastras e, no centro, são visíveis as armas da Misericórdia. Possui torre sineira com pilastras nos cunhais, rasgada, na parte inferior por vãos plenos, criando um primeiro piso coberto por abóbada de cruzaria, coroada por fogaréus nos cunhais e cúpula forrada a azulejos azuis e brancos. O interior é de uma única nave e possui capela-mor de abóbada de canhão com caixotões. Realça-se o facto de ter sido Sé Catedral.
Igreja de Santa Maria do Castelo
- património
Castelo Mendo
6355-051, Vilar Formoso
Localizadas na Aldeia Histórica de Castelo Mendo, as ruínas desta antiga igreja impressionam pela sua beleza e enquadramento paisagístico num ponto sobranceiro. De estilo românico, foi construída no século XIII e sofreu alterações no século XVI, designadamente com a construção da capela lateral que apresenta teto Mudéjar e uma gárgula de canhão. Em 1758 tinha quatro altares, dedicados a diversas santidades, sendo a paróquia extinta em 1834. No lintel da porta da parede transversal da nave surge epigrafado o ano de 1889, revelador da reduzida utilização do templo.
Igreja de São Francisco
- património
Rua do Infante Dom Henrique
4050-297, Porto
Edificada entre 1383 e 1410 é uma referência da monumentalidade gótica da cidade. Destaque para o portal românico de três voltas ogivadas, a rosácea simbolizando a Rosa Fortunae, as janelas da época manuelina e as três naves em que se divide o interior, revestidas a talha dourada dos séculos XVII e XVIII. Pertenceu ao Convento dos Frades Observantes de São Francisco. No interior, de três naves, destacam-se o revestimento de talha dos séculos XVII/XVIII, as pinturas a fresco e sobre tábua na capela-mor, transepto e túmulos quinhentistas.
Igreja e Convento do Carmo
- património
Largo do Carmo
8800-311, Tavira
Planta composta pelo corpo da igreja de nave única, transepto e capela-mor, pela sacristia, anexo e dependências conventuais. Na capela-mor realça-se o retábulo em talha rococó, abobada de berço com forro de madeira com pintura em perspetiva representando Nossa Senhora do Carmo e um conjunto de quatro pinturas do algarvio José Rasquinho representando a vida de Santo Elias. No Convento destaca-se a fachada principal de três corpos, três panos delimitados por pilastras, cunhais e cimalha de cantaria, com três vãos por piso.
Judiaria de Castelo de Vide
- património
Rua da Judiaria
7320-190, Castelo de Vide
Fica na zona medieval da vila de Castelo de Vide, junto ao Castelo, no outrora bairro judeu local, conforme asseveram documentos do século XIV e XV. O bairro era atravessado por um dos principais eixos de comunicação do castelo e a sua desagregação verificou-se a partir do reinado de Dom Manuel I, após o decreto que impunha obediência católica aos judeus que, para não serem obrigados a abandonar a vila, se foram convertendo em cristãos-novos. Em algumas ombreiras das portas é possível ver símbolos hebraicos.
Marco Miliário de Cortiço
- património
Cortiço
5470-053, Cervos
Marco miliário pertencente à Via XVII do Itinerário de Antonino, que ligava Bracara Augusta (Braga) a Asturica Augusta (Astorga), passando por Aquae Flaviae (Chaves). Trata-se de um cilindro em granito de grão médio a grosseiro, bem talhado, com cerca de 1,20 metros de altura por um metro de diâmetro máximo, apresentando algumas cruzes gravadas e um L. Atualmente, encontra-se a suportar a varanda de uma casa no centro da aldeia, existindo na parede da mesma casa um fragmento de miliário que possivelmente faria parte do anterior.
Marco Miliário do Largo da Seara
- património
Largo da Seara
5470-528, Montalegre
Marco enipígrafo que pertenceu á Via XVII do itinerário de Antonino. Originalmente, encontrava-se nas imediações da Cantina do Leiranque/ Cruz de Leiranque, local actualmente submerso pela albufeira do Alto Rabagão. Foi posteriormente levado para junto da EN 103 e só depois para a entrada da aldeia de Viade de Baixo, onde actualmente se encontra. Trata-se de um marco cilíndrico, de granito de grão grosseiro a médio, com um pequeno nicho escavado ao centro por ter servido de base de uma cruz.
Monumento ao Recontro de Valdevez
- património
Campo do Transladário
4970-482, Arcos de Valdevez
O Recontro de Valdevez foi um dos momentos mais marcantes da história nacional, quando na primavera de 1141 os exércitos de Afonso Henriques e Afonso VII de Castela e Leão, seu primo, se encontraram. O encontro tornou-se numa espécie de um torneio medieval, em vez de uma batalha quase certa. Foi um exemplo de diplomacia e de bom senso ao não ser derramada uma única gota de sangue. A estátua do Campo do Trasladário, de J. Rodrigues, assinala esse acontecimento.