Os melhores locais para visitar

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Quinta da Abegoa

  • hotéis

Largo da Abegoa
7330-201, Santo António das Areias

Marvão

A Quinta d' Abegoa é composta por 2 casas, com disposições e ambientes diferentes. Uma que resulta da recuperação de uma casa de campo, e outra que, embora edificada de raiz, mantém a traça original do espaço rural em que se insere.

Terreiro do Paço

  • património

Terreiro do Paço
7160-251, Vila Viçosa

Vila Viçosa

Este terreiro tem cerca de dezasseis mil metros quadrados e possui grande riqueza arquitetónica. Nele está, entre outros monumentos de interesse, o Paço dos Duques de Bragança, a estátua equestre de D. João IV, a Porta dos Nós e a Porta da Vila.

O Mexilhão

  • restauração

Rua 1.º de Maio, 32
8650-413, Vila do Bispo

Vila do Bispo

Casa simples e acolhedora, com meia dúzia de mesas, onde o arroz de marisco é famoso. Na lista constam outros pratos emblemáticos da casa, preparados a preceito pela cozinheira- D. teresa - como a Raia à Mexilhão, a cataplana de tamboril e as lulas recheadas.

Os Lusíadas

  • restauração

Rua Tomás Ribeiro, 257
4450-297, Matosinhos

Matosinhos

O restaurante Os Lusíadas está localizado na zona ribeirinha de Matosinhos, com uma decoração inspirada no livro d´Os Lusíadas. Apresenta um ambiente agradável e uma ementa de pratos tradicionais portugueses, com destaque para os mariscos e para o peixe sempre fresco.

Mosteiro de Arouca

  • património

Largo de Santa Mafalda
4540-108, Arouca

Arouca

Começou por ter uma comunidade dúplice - masculina e feminina - tendo-se convertido em mosteiro feminino e adotado a Regra de São Bento em finais do século XI. A filiação na Ordem de Cister, ocorrida no séc.XIII, associa-se à figura da Infanta D. Mafalda, filha de D. Sancho I que, em 1220, se decidiu a incorporar as religiosas na nova Ordem. Dotado de um vasto património, tornou-se num dos mais importantes mosteiros femininos portugueses. Recolhida no convento, D. Mafalda ganhou fama de santidade, para o que contribuiu a descoberta do estado incorrupto do seu corpo, vindo a ser beatificada no …

Capela da Misericórdia de Canha

  • património

Rua do Castelo
2870, Canha

Montijo

O altar da Capela-Mor possui um retábulo de talha dourada e colunas Salomónicas que enquadra os painéis pintados que representam Santa Margarida de Cortona e São Martinho de Tours, do século XVII. No teto está pintado o Escudo Nacional de D. Sebastião.

Capela de Nossa Senhora da Assunção / Igreja de Nossa Senhora da Assunção da Oriola / Igreja Matriz de Oriola

  • património

Oriola
7220-301, Oriola

Portel

Igreja de arquitetura manuelina e barroca constituída por uma nave e uma capela-mor com cobertura interior em abóbadas. A construção primitiva, datada do século XII, foi doada por D. Dinis à Ordem da Trindade. A construção atual data do início do século XVI.

Torre da Cadeia

  • património

Passeio 25 de Abril
4990-150, Ponte de Lima

Ponte de Lima

Um dos únicos vestígios das antigas muralhas medievais, apresentando planta quadrangular e ameias prismáticas. Torre ligada por um pano da antiga Muralha de Ponte de Lima. Foi adaptada a prisão no século XVI (D. Manuel I). Atualmente alberga a Loja de Turismo e acolhe exposições temporárias.

Estátua da Lenda de Inês Negra

  • património

Alameda da Inês Negra
4960-534, Melgaço

Melgaço

Estátua relacionada com a Lenda de Inês Negra. Em 1388, altura do início do reinado de D. João I, travou-se uma guerra contra Castela pela independência de Portugal. Um das consequências deste conflito foi a divisão entre a aristocracia e o povo português, e a tomada de muitas terras por parte de Castela. Nesta altura, Inês Negra, uma mulher do povo fiel à causa portuguesa, abandonou Melgaço quando esta cidade se pôs ao lado do rei de Castela. Mais tarde, D. João I decidiu reconquistar Melgaço, e Inês Negra juntou-se ao seu exército. No entanto os dois exércitos não se …

Igreja de São Pedro de Abragão

  • património

Rua do Paçal
4560-015, Abragão

Penafiel

De existência já referenciada desde 1105, esta igreja foi totalmente remodelada no século XIII, por iniciativa de D. Mafalda, filha de D. Sancho I, adquirindo traça românica. Em 1668 procedeu-se à demolição da nave original para dar lugar a uma outra mais ampla, pelo que os únicos elementos românicos hoje restantes são a cabeceira e o respetivo arco cruzeiro. No exterior, o friso de motivos geométricos recorda a decoração das épocas visigótica e moçárabe, enquanto na decoração interior se nota o estilo barroco. Ao lado da torre sineira, acrescentada em 1820, encontra-se um sarcófago não identificado. Foi declarada Monumento Nacional …

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