Os melhores locais para visitar
Resultados para Mosteiro dos Jerónimos em Portugal
Ponte da Arrábida
- património
Sobre o Rio Douro
4150, Porto
Projetada por Edgar Cardoso e inaugurada em 1963 (apesar das obras se terem iniciado em 1957) a Ponte da Arrábida foi uma das obras de arquitetura mais avançadas do seu tempo. O vão de 270 metros em betão armado constituiu durante alguns anos recorde mundial em pontes deste género. A flecha do arco é de 52 metros, elevando-se o tabuleiro a 70 metros de altura.
Ponte da Ribeira da Carpinteira
- património
Rua Marquês de Ávila e Bolama
6200-053, Covilhã
Concebida a 52 metros de altura e com 220 metros de extensão, visa facilitar a mobilidade e reduzir o trajeto entre o Bairro dos Penedos Altos e o centro da cidade. Esta obra do arquiteto Carrilho Graça, inaugurada em 2009, merece ser devidamente apreciada, tendo já recebido várias distinções a nível mundial. Apresenta um design em ziguezague e o enquadramento paisagístico é assinalável.
Cabeço das Pombas
- património
EM514, 87
5120-284, Pinheiros
Situadas num afloramento granítico, na freguesia de Pinheiros, as gravuras rupestres do Cabeço das Pombas constituem uma manifestação artístico-religiosa de grande importância, com origem suposta na Idade do Bronze, embora se desconheça o seu simbolismo exato. Crê-se que estivessem associadas a um culto cerimonial. As figuras inscritas na rocha estão agrupadas por conjuntos, gravadas em diferentes épocas, sendo as mais antigas o ramiforme central.
Capela Funerária da Misericórdia
- património
Largo de Nossa Senhora das Dores
7350-121, Elvas
Monumento religioso, pequeno, mas de grande simplicidade. Na fachada exterior ainda pode ver-se o remate em azulejo, apesar do seu estado de conservação. É constituída por nave e capela-mor. O interior é igualmente simples, mas pode ver-se a representação das Almas na capela-mor, datada do século XVIII, as pias de água benta e mesa de altar da capela em mármore.
Capela da Ordem Terceira de São Francisco
- património
Largo de Santo António
3810-169, Aveiro
Capela franciscana fundada em 1677, integrando o conjunto arquitetural do Convento de Santo António. No século XVIII foi feito o revestimento das paredes com azulejos da oficina de Vital Rifarto. A Casa do Despacho data de 1682, tendo sido adossada a via sacra às paredes exteriores, no século XVIII. Este conjunto arquitetónico encontra-se bem conservado, apresentando sobriedade no exterior mas uma grande riqueza no interior.
Capela de Santa Catarina / Capela de Triana
- património
Largo Gago Coutinho
2580-360, Alenquer
Capela seiscentista que originalmente pertencia a um conjunto de edifícios do Oratório de Santa Catarina, projetados por Frei André de São Bernardino. A fachada possui portal de verga reta encimado por janela alta de aparelho rusticado e terminado em frontão triangular e uma pequena sineira. No interior, destacam-se os altares de talha dourada, um púlpito do século XVII, e algumas peças de imaginária setecentistas.
Capela de Santa Eulália
- património
Santa Eulália
2625-629, Santa Eulália
Capela com nave e capela-mor retangulares, onde se mantém da primitiva traça, as colunas com os capitéis trabalhados e a abóbada da capela-mor, de arestas, com bocetes esculpidos. A fachada principal é precedida por uma galilé alpendrada suportada por colunas. Interiormente destaca-se, na capela-mor, o retábulo, de talha dourada, lateralmente com colunas salomónicas e atlantes suportando as arquivoltas do vão do camarim.
Capela de São Sebastião
- património
Santo Adrião
5110, Santo Adrião
Capela de arquitetura barroca apresentando planta longitudinal simples, de espaço único antecedido por alpendre fechado. As fachadas mostram cunhais apilastrados e são rematadas em friso e cornija. O retábulo-mor é de talha dourada e policroma, sendo do período joanino. É uma capela muito simples. Na cobertura tem representação pictórica dos quatro Evangelistas, tendo São Lucas e São Marcos os atributos trocados.
Casa Havaneza
- património
Rua Serpa Pinto, 23
2300-592, Tomar
Edifício com três pisos, de estilo Arte Nova e caráter burguês, com o piso térreo destinado ao comércio e os pisos superiores a habitação. Possui elementos decorativos arte nova nos azulejos monocromáticos (azul e branco), alusivos à cidade, representando os laterais a roda do Mouchão e a Casa Vieira de Guimarães e ao centro um painel com a representação do símbolo da Ordem de Cristo.
Casa da Quinta da Pimenta / Museu da Cidade de Lisboa
- património
Campo Grande, 245
1700-091, Lisboa
Também designada como Palácio dos Galvão Mexia, pertenceu à Família Pimenta e, segundo a lenda, foi mandado construir por Dom João V para a Madre Paula, abadessa de Odivelas. A influência italiana do século XVIII é notória, com adaptações ao gosto nacional. Salientam-se algumas salas revestidas a azulejos, datados de 1746. Em 1968, com projeto de Raul Lino, foi recuperado e adaptado a Museu Municipal.