Os melhores locais para visitar

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Marco Miliário de Cervos

  • património

Arcos
5470-051, Cervos

Montalegre

Marco miliário anepígrafo procedente do Pindo, em Arcos, sendo posteriormente trasladado para o jardim da escola de Cervos. Trata-se de um cilindro em granito de grão médio a grosseiro, bem talhado, com cerca de um metro de altura. Foi fracturado na parte superior, onde parecem existir vestígios de letras. Acredita-se que sinalizava a Via XVII do Itinerário de Antonino, que ligava Bracara Augusta (Braga) a Asturica Augusta (Astorga), passando por Aquae Flaviae (Chaves).

Moinho de Caixeiros

  • património

Rua do Moinho, 1
2560-540, Caixeiros

Torres Vedras

O Moinho de Caixeiros foi construído em 1836 e restaurado em 1987. É um edifício composto por três pisos e dois casais de mós, sendo que é um moinho manual. Apesar de ter sofrido alterações, muitas das peças originais ainda aqui se encontram, exemplo da entrosa, dos fechos de madeira e do fechal de pedra. Ainda se encontra em funcionamento, fornecendo a farinha que serve de base ao pão quente de uma padaria nas imediações.

Monumento aos Heróis da Guerra Peninsular

  • património

Praça Mouzinho de Albuquerque
4050, Porto

Porto

A sua construção foi iniciada em 1912. Após algum tempo de paragem, foi concluída pelos escultores Henrique Moreira e Sousa Caldas. No cimo da coluna de granito, de 45 metros de altura, pode ver-se um Leão, simbolizando Portugal, a subjugar uma Águia, símbolo de Napoleão. Na parte inferior da coluna foram esculpidas as figuras dos generais Sepúlveda e Silveira. Na base do monumento estão representados o "Desastre das Barcas" e a "Vitória" a conduzir as tropas e o povo.

Orca de Santo Tisco

  • património

Limite de freguesias (Oliveira do Conde e Sobral de Papízios)
3430, Oliveira do Conde

Carregal do Sal

Sepultura pré-histórica com cerca de 5500 anos, que merece ser visitado, visto ser o único dólmen deste concelho a possuir uma pintura a ocre, representando um sol com sete raios. Este tipo de arte surge numa fase antiga do megalítico regional. É constituída por câmara poligonal simples com corredor simbólico, envolta numa mamoa. Realça-se o segundo esteio do lado norte da câmara, ornamentado por um motivo solar pintado a vermelho ocre. Integrada na Área Arqueológica Protegida.

Palácio da Brejoeira

  • património

Pinheiros
4950-660, Monção

Monção

Grandiosa moradia mandada edificar no início do século XIX, só ficando concluída quase trinta anos depois. Apresenta uma planta em L, com duas grandes fachadas e dois torreões rematados por balaustrada e pináculos. No interior salientam-se as salas com decoração neoclássica. Cá fora, um terraço ajardinado é ladeado por muros altos. O palácio, apesar de se encontrar em propriedade privada destinada à produção de um dos mais reconhecidos vinhos Alvarinho da região, é visitável.

Palácio dos Condes da Anadia

  • património

Largo Conde de Anadia
3530-129, Mangualde

Mangualde

Palácio do século XVII, construído por Miguel Pais Amaral. Apresenta fachada cortada por largas pilastras e com duas filas de janelas com vergas decoradas com motivos de estilo "Rocaille". Possui uma porta brasonada encontrando-se, por cima, uma varanda de balaústres de pedra que servem de resguardo à porta do andar nobre. A fachada sul tem uma dupla varanda com arcos redondos e uma escadaria original. Destaca-se, ainda, a capela de invocação de São Bernardo.

Pelourinho de Alverca

  • património

Praça João Mantas
2615, Alverca do Ribatejo

Vila Franca de Xira

Classificado com imóvel de interesse público, este pelourinho vinca bem, na sua ornamentação, o facto de ser da época manuelina. A base de 4 degraus largos e oitavados, as flores quadrifoliadas e o remate com elementos ligados à temática da expansão marítima são testemunho de uma corrente artística bem portuguesa e tão ligada à nossa história. Este pelourinho é em frente ao local onde outrora existia a Casa da Câmara do extinto concelho de Alverca do Ribatejo

Ponte de Fundo de Rua

  • património

Lugar da Rua
4600-500, Aboadela

Amarante

A Ponte de Fundo de Rua constitui uma das principais travessias medievais que asseguravam a passagem sobre o rio Ovelha, caminho do Marão, no sentido Oeste e Este. A sua dimensão revela a importância da sua existência, com certeza reparada e ampliada, como provam as obras documentadas no século XVII. Não sendo um exemplar puro de construção românica, possui, contudo, todos os elementos que a caracterizam, sendo ainda um dos mais interessantes e mais bem conservados modelos de atravessamento regional.

Capela de Nossa Senhora do Desterro

  • património

Largo do Rio da Fonte
2070-397, Pontével

Cartaxo

A igreja primitiva terá sido construída no século XVI, da qual resta o portal manuelino. Em 1970 foi destruída, para dar lugar à que hoje se conhece. A fachada é arredondada e é composta por nave, capela-mor, torre sineira e sacristia. No interior podem ver-se azulejos do século XVII e uma bancada em madeira, à entrada, de 1635, reconstruída aquando da reedificação da nova igreja. Atualmente, em finais de agosto, recebe as festas de Nossa Senhora do Desterro.

Capela de São Marcos

  • património

Rua das Amoreiras
5120-351, Guedieiros

Tabuaço

Capela que apresenta arquitetura maneirista e rococó. Tem planta longitudinal e é composta por nave, capela-mor e sacristia. No interior tem coro-alto de madeira, púlpito quadrangular no lado do Evangelho e arco triunfal de volta perfeita. Capela-mor com retábulo-mor de talha dourada e policroma, também em estilo rococó. Possui painéis com representações de santos e pertencentes a espaldar de cadeiral setecentista, reaproveitados para forrar parte dos panos interiores da capela-mor.

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